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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Montmartre e Marais

Flanando pelas ruas que são a essência de Paris


Lembram que eu disse aqui que na prática nosso roteiro por Paris sofreu algumas alterações? Então, vou colocar nesse post as partes mais bacanas dos últimos dois dias, porque, na verdade, algumas coisas foram mais burocráticas e repetidas,ok?


Montmartre

Sabe aquelas imagens de ruas enladeiradas e estreitas que vemos em filmes e revistas sobre Paris? Essas ruas ficam em Montmartre, o bairro mais alto da cidade e, na minha modesta opinião, um dos lugares mais emblemáticos, junto com o Marais. Aqui não existem grandes museus e o ponto turístico mais famoso é a Basílica de Sacre Coeur. 

Uma das muitas bancas de frutas e legumes da região

Nosso passeio começou em frente ao Moulin Rouge, no Boulevard de Clichy, chegando pela estação Blanche do metrô. Bem ao lado do Moulin Rouge, e em frente a estação, fica a Rue Lepic, uma ladeira com lojas de queijos, azeites e chocolates. Aliás, nós adoramos a Oliviers & Co, uma lojinha com dezenas de opções de azeites de todos os sabores, inclusive o melhor trufado que já provei na vida. 

Nessa mesma rua existe o famoso café Les Deux Moulins, onde foram filmadas as cenas do filme Amélie Poulin, uma atração para quem é fã.


Continuamos subindo, passando por cafés, restaurantes e procurando um lugar para o almoço. Passamos pela Rue des Abesses, Ravignon e Rue Norvins, até chegarmos na Place du Tertre, a famosa praça onde os artistas fazem desenhos e caricaturas dos turistas.

Na Place du Tertre com minha sacolinha de azeites na mão

A grande dica nessa região, lotada de turistas, artistas e pessoas não tão bem intencionadas é não dar trela para quem vier forçando para fazer sua pintura. Muitos começam a pintar sem perguntar se você quer e depois cobram pelo serviço, muitas vezes mal feito. Fora a chance disso ser apenas uma distração para levarem seus pertences. Fique atento.

Se continuar subindo a praça, encontrará um dos maiores símbolos da cidade, a Sacre Coeur. Em estilo bizantino, sua construção foi concluída em 1914, em mármore travertino, e desde então tornou-se um dos maiores cartões-postais de Paris. 




É proibido fotografar seu interior, de modo que essa foi a única foto que consegui.

Continuando nosso percurso, descemos a escadaria em frente a basílica, sempre cheia de turistas, até encontrarmos o carrossel, onde demos aquela paradinha estratégica para quem está com crianças. Seguimos à direita, no sentido do metrô Abesses. Essa é uma região com muitas lojinhas de perfumes em embalagens antigas, artigos de decoração como a Pylones (impossível sair de mãos vazias), livros e gravuras, uma delícia andar por aqui.

Seguimos pela Rue Ivonne Le Tac até a praça des Abesses, onde existe o Le mur des je t'aime, ou muro dos eu te amo, um muro onde a frase foi escrita em 300 idiomas. Romântico e fofo, vale a foto, mas não há mais nada a ser feito alí.


Se já estiver satisfeito com sua visita a Montmartre, a estação de metrô Abesses fica bem em frente. Esse é um passeio que pode ser feito em uma tarde ou manhã. 

Marais

O Marais está localizado na região central de Paris, no lado direito do Sena, muito próximo ao Louvre sendo, portanto, uma opção interessante para uma dobradinha Louvre/Marais.

Famoso por sua comunidade judia, possui sinagogas, livrarias, restaurantes e boulangeries especializados, mas hoje abriga e recebe todas as tribos, sendo considerada também a região gay da cidade.


Hôtel de Ville - a belíssima prefeitura de Paris

O bairro é servido por muitas estações de metrô, mas optamos por chegar pela Hôtel de Ville, que fica exatamente na frente do belíssimo prédio da prefeitura da cidade. De lá caminhamos até o Centre Georges Pompidou, o espaço que abriga acervo e exposições de arte moderna. Não entramos no museu, apenas demos uma volta no entorno e na praça Igor Stravinsky. Confesso que esse pedaço foi uma das regiões da cidade em que me senti mais insegura. Muita gente "suspeita"  apenas observando o movimento dos turistas.


Centre Georges Pompidou

De lá seguimos no sentido da Place des Voges, a grande estrela dessa região. Passamos por várias ruas com lojinhas lindas de decoração, azeites(novamente) e perfumes como a Durance, onde compramos velas e hidratantes muito bons e perfumados. 

Mas, sem dúvida, a parte mais gostosa desse passeio foi o piquenique que fizemos na Place des Voges. Conhecida como a mais antiga praça planejada de Paris e famosa também por ter abrigado, no número 6, o escritor Victor Hugo, é aqui que você ira encontrar uma cena tipicamente parisiense, moradores e turistas sentados nos gramados, curtindo um dia de Sol e fazendo piquenique.




E foi inevitável!! Cruzamos a praça, admirados com a quantidade de pessoas no gramado, e seguimos por uma ruazinha até o Boulevard Beaumarchais, onde encontramos uma boulangerie com uma fila considerável, garantia de bons produtos. Entramos e escolhemos algumas delícias para, então, voltarmos para a histórica praça onde fizemos um piquenique, descansamos e nos sentimos um pouquinho franceses por alguns minutos.


Dicas gerais:

-Esse passeio também pode ser feito em uma parte do dia, mas se quiser dedicar o dia todo para essa região você encontrará o Musée Carnavalet, que é gratuito e conta a história de Paris, e também o Musée Picasso.

-Existem muitas opções de cafés e restaurantes na região do Marais, mas o piquenique é uma instituição parisiense e você precisa ter essa experiência. A maioria das pessoas que encontramos ali eram francesas, mães com seus filhos, trabalhadores em horário de almoço e jovens aproveitando o dia com amigos.




terça-feira, 13 de junho de 2017

Mont Sant Michel - de abadia a fortaleza


Quem viu nosso roteiro de Paris, sabe que o Mont Saint Michel, na Normandia, não estava nos nossos planos de viagem. Ocorre que, após o primeiro dia com o carro alugado, constatamos o quanto as estradas são boas e bem sinalizadas e nos animamos para ir até o monte, a cerca de 360 km de Paris.


A história




Por volta de 708, o bispo de Avranches mandou construir a abadia sobre o Mont-Tombe, uma ilha rochosa na foz do rio Couesnon, em homenagem a São Miguel Arcanjo. Segundo a lenda, foi o próprio Arcanjo quem apareceu ao bispo, fazendo tal solicitação.

Não demorou para o monte se tornar um local de peregrinação e no século X os beneditinos se instalaram na abadia, desenvolvendo assim o vilarejo no sopé e posteriormente até a base do rochedo.

Destacando-se como uma fortaleza impenetrável durante a Guerra dos Cem Anos, suas muralhas e fortificações resistiram a todas as tentativas inglesas de tomar o lugar e manteve-se assim até a revolução francesa, quando a comunidade religiosa foi desfeita.

Em 1979 tornou-se patrimônio mundial da UNESCO e é hoje um dos monumentos mais visitados da França.


A visita



A subida ao monte começa justamente pela entrada do vilarejo. Ali existe uma quantidade incrível de lojinhas de souvenir, creperias, sorveterias e restaurantes, lado a lado, até chegar ao começo das escadarias que levam a abadia. 

Aproveite para procurar um lugar para o almoço ou lanche. Nós comemos numa creperia localizada no segundo andar de uma loja, não me lembro o nome, mas ficava à esquerda de quem sobe.


O local é simples, seguindo o estilo de construção do lugar, mas os crepes eram bem gostosos e um crepe acabou sendo suficiente para cada um.


Uma curiosidade: o restaurante La Mere Poulard, aberto desde 1888 e que também possui um hotel, é famoso por fazer uma omelete tradicional que custa nada menos que 40 euros. Os valores ficam logo na porta e, confesso, já sabia dessa história do omelete mas fui dar uma olhadinha no cardápio para constatar o abuso kk.

Continuando a subida, muita escadaria e o acesso à abadia. Antes existe um pequeno museu, que não conhecemos. O acesso ao monte é gratuito, apenas a entrada no museu ou na abadia são tarifados.



Bem, chegando na abadia tudo tem proporções monumentais. Os espaços são imensos, a lareira gigantesca, enormes estruturas e muitos locais que nem conseguimos imaginar para o que serviam. Agora me ocorre que esse é o tipo de lugar em que vale a pena ter um guia para contar as histórias e curiosidades dessa construção tão antiga.



Nave principal da abadia


Olhem lá atrás o tamanho da lareira, cabem umas 15 pessoas dentro!!


Embora não tenhamos presenciado o fenômeno, a visita ao Mont Saint Michel é famosa pela oscilação das marés, que na maré alta cobre todo o entorno do monte, transformando-o em uma ilha. Caso queira apreciar esse espetáculo é preciso acompanhar a tábua das marés, pelo site oficial.



Como chegar

A partir de Paris existem três formas de se chegar ao Mont Saint Michel:

-Com empresas de turismo;

-De carro alugado, pegando a estrada A13 para a Normandia. São cerca de 4 horas de viagem até lá.

-De trem. Pegue o TGV na Gare Montparnasse até a cidade de Rennes. Na estação existe um ônibus que faz a ligação ao monte.



Dicas gerais

-Como disse, nós fomos de carro alugado. Levamos, talvez, mais de 4 horas para chegar ao monte, o que tornou a viagem muito cansativa e pouco proveitosa. Se vale a pena? Se for sua única oportunidade de conhecer o monte, talvez, mas o ideal seria já incluir uns dois dias a mais na sua viagem e passar a noite no local. Fica menos cansativo, você tem a oportunidade de conhecer um pouco da Normandia/Bretanha, e pode apreciar o Mont Saint Michel a noite, vejam que lindo na foto abaixo (que não é minha). Nesse caso, você pode dormir no próprio monte ou no vilarejo fofo que fica na frente.

Crédito da imagem: wikipedia
-Caso venha de carro, o estacionamento fica a cerca de 3 quilômetros do monte. Você estaciona e pega um ônibus que faz o trajeto até lá e para na passarela em frente.

-Além da tal "omelete ostentação" a La Mere Poulard faz uns cookies deliciosos que são vendidos em latinhas fofas, uma ótima opção de lembrança.

-Aliás, agora vou falar mal....apesar de tantas lojinhas na ladeira do monte, nada ali é original, muita coisa made in China e quase nada feito na região. Decepção total para consumistas de plantão (eu).

-Embora não se trate de um castelo (com príncipes e princesas) esse passeio agradou bastante as crianças!!

-Na maré baixa é possível caminhar no entorno do monte, mas faça isso apenas com guias especializados.

-Na entrada do monte existe um banheiro pago. O chão está sempre sujo de terra, das pessoas que fizeram a tal caminhada. Mas de forma geral, você consegue usar sem problemas.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Roteiro Paris - 5º dia - Giverny

Conhecendo o refúgio de Claude Monet



O nosso quinto dia de passeio estava programado para conhecermos a linda vila de Giverny, onde encontramos a Fundação Claude Monet, que abriga a casa onde o pintor morou por 43 anos, bem como seus belíssimos jardins, tão bem retratados em sua telas impressionistas.


A história



Claude Monet, o maior nome do impressionismo francês conheceu Giverny em 1883, quando passeava pela região e, apaixonado pelo lugar, resolveu alugar uma vila para viver com sua família. 


Além do talento para as artes, Monet tinha grande interesse pela jardinagem e fez de sua propriedade um local inspirador para suas obras. A vila foi comprada por ele em 1890 e o pintor viveu ali até sua morte, em 1926.





Uma informação importante: a casa e os jardins de Monet não ficam abertos o ano todo. A visita pode ser feita entre o final de março e começo de novembro. Antes de fazer a programação, consulte o site da fundação  http://giverny.org/gardens/fcm/visitgb.htm


Flores de todas as cores, por todos os lados


Só coloquei essa foto para vocês verem os barquinhos ao fundo.





A casa do pintor não exibe suas obras originais, elas estão mesmo espalhadas pelos museus. Mas ali você consegue ver exatamente como vivia Monet, visitando seu atelier, a ala intima da casa e a linda sala de jantar/cozinha.

Olha o tamanho da mesa de jantar!


E a cozinha, toda azul??




Como chegar

Giverny está localizada na Normandia, a 75 km de Paris, ou cerca de 1 hora de viagem,  o que é perfeito para um bate e volta.
Existem algumas maneiras de chegar a Giverny: por passeios contratados, de trem ou de carro alugado.

-de trem: Da Gare St. Lazare partem os trens com destino final na cidade de Rouen. Apesar dos assentos não serem marcados, você pode comprar suas passagens antecipadamente pelo endereço  http://www.voyages-sncf.com, 

A estação mais próxima fica na cidade de Vernon. Lá existem ônibus com destino a Giverny, a cerca de 7 km, ou 10 minutos de viagem.

-de carro alugado: essa foi a nossa opção. Como estávamos em 4 adultos e 2 crianças, alugamos um carro grande e acho que super valeu a pena. A estrada é muito boa e a viagem muito rápida. Na frente da entrada da fundação existe um estacionamento.

Dicas gerais:

- se você for alugar um carro por vários dias, o dia desse passeio pode ser o ideal para fazer a retirada do veículo, já que a viagem não é longa e o passeio não é cansativo nem leva o dia todo.

-uma sugestão para complementar seu passeio, caso volte cedo para Paris, é visitar o Musée L'Orangerie, onde estão expostas as ninfeias de Monet, em telas gigantescas. O museu fica aberto até às 18 horas. Mais informações pelo site do museu.

-Na frente da fundação, ao lado do estacionamento existe uma loja bem bacana com coisas de decoração e, mais adiante, um restaurante super gostoso com valores "quase honestos" que valem a pena para seu almoço na cidade.

-por falar em lojinha...na saída da casa existe uma loja maravilhosa, com muitos livros de arte, impressionismo, jardins e muitos, mas muitos itens de lembrança de ótima qualidade. Foi uma das lojinhas de museus mais bacanas da viagem.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

2º dia - Louvre, Champs Elysées e Arco do Triunfo

Um dia muito parisiense




A avenida mais elegante do mundo, um dos maiores e mais famosos museus e uma homenagem as vitórias de Napoleão Bonaparte, tudo isso estava nos esperando nesse dia de viagem, que foi incrível e inesquecível.

A princípio, nosso dia começaria pelo Arco do Triunfo e desceríamos a Champs Elysée em direção ao Louvre, mas na hora de sairmos do hotel, não me lembro a razão, mas não foi nada relacionado a logística, resolvemos começar pelo museu e foi uma ótima decisão.


LOUVRE



O acesso ao Louvre pode ser feito de duas formas:

-se você vem andando, poderá entrar no museu pela pirâmide, que é a entrada principal e também onde as filas são maiores. Poderá ainda descer na estação do metrô Louvre/Rivoli para acessar a pirâmide.

-se você está no metrô, a melhor opção, com filas menores, é descer na estação Palais Royal/Musée du Louvre. Duas linhas passam por essa estação, a 1, ligando Château de Vincennes a La Defense e a linha 7, ligando a Villejuif a La Courneuve. 

Siga as placas indicando Sortie Le carrousel du Louvre (saída para o carrousel du Louvre). O carrousel du Louvre é um espaço que contempla as entradas do museu e também um complexo de lojas e restaurantes. Se estiver por ali nos horários das refeições, poderá aproveitar e procurar uma lanchonete, casa de chá ou restaurante que te agrade.


Elevador que te leva até a saída da pirâmide


Compre seu ingresso e vá para a fila. Se estiver em grupo, uma dica é fazer um revesamento, enquanto uns esperam os outros dão uma voltinha pelo Carrousel, tem muitas lojinhas lindas que valem a visita.



O Louvre é um museu muito grande, com muitas passagens e galerias e é muito fácil se perder lá dentro, mesmo com mapa, que é disponibilizado em vários idiomas na entrada, inclusive em português. Vale dar uma estudada no mapa antes da viagem e marcar as principais obras que deseja conhecer. Aqui você tem a mesma versão que é entregue aos visitantes.



Não pense em conhecer o Louvre em uma única visita. Dependendo do seu interesse pelo tema, uma manhã pode ser suficiente para conhecer as obras mais famosas e clássicas. Como estávamos com crianças, esse foi o tempo que ficamos por lá, mas acredito que mais do que isso seria cansativo para qualquer pessoa que ainda tenha o dia todo de passeio.




Se você realmente for apreciador e entenda de arte,  e queira conhecer uma parte maior do museu, programe mais de um dia de visita e tenha em mente que não se conhece o Louvre todo em uma única viagem a Paris.



História

Construído por Filipe II, em 1190, a ideia inicial era atuar como um forte na defesa de Paris contra os vikings, sendo conhecido como Castelo de Louvre. Ainda hoje é possível ver as bases dessa construção e uma réplica do castelo.

As bases do antigo castelo do Louvre quase não são mostradas, mas valem a visita.



No século 14 foi transformado em castelo real por Carlos V, mas foi Francisco I o responsável pela construção do Louvre moderno. Apenas em 1793, durante a Revolução Francesa, que o Louvre se transformou em museu e conta hoje com mais de 36.000 obras em seu acervo, 13 km de galerias e 60.000 metros quadrados.


Como era o antigo castelo do Louvre


O clássico do Louvre, e onde você com certeza vai encontrar dezenas de pessoas se amontoando para fotografar é a Monalisa, ou La Gioconda. É realmente impressionante o fascínio que esse quadro exerce sobre as pessoas, aposto que a maioria dos visitantes já pega o mapa e foca nesse objetivo. 


Pensando bem, porque as pessoas tiram foto da Monalisa? Todo mundo sabe quem é!!!


Por muitos anos ouvi que não era para esperar muito desse quadro, que parecia enorme, mas na verdade era bem pequeno. A realidade é a seguinte: trata-se de um retrato e tem um tamanho até que bom para tal, 77x53 cm.


Agora selfi com a Mona é diferente, ela é uma celebridade!!

Algumas obras do museu..


Ramses II

Arte egípcia 

Arte egípcia

Vênus de Milo - encontrada na Grécia, data de 130 a.C.

Obra muito democrática exposta ao lado de muitos Caravággios e afins

Após uma manhã de imersão nas artes do mundo todo, nosso roteiro continuaria subindo a avenida Champs Elysée. Antes, porém, paramos no Jardin des Tuileries e fizemos um delicioso picnic com os produtos comprados num quiosque da rede Paul.



O Jardin des Tuileries fica bem no meio entre o Louvre e o início da Champs Elysée. Aproveite um pouco o lugar, que na primavera e verão é muito florido e bem cuidado, e depois siga para a avenida, que tem a fama de ser a mais charmosa do mundo.
Parisienses relaxando no Jardin des Tuileries


Bem, não tiramos fotos das lojas, mas realmente esperava encontrar muitas lojas de luxo e isso não aconteceu. É fácil encontrar alí muitos bares e restaurantes com as famosas mesas nas calçadas, Disney Store, H&M, Mc Donalds, Zara, entre outras. Paramos em algumas lojas e ao chegarmos, finalmente, ao Arco do Triunfo já estava na hora do jantar, com crianças esse horário não pode se estender muito né?




ARCO DO TRIUNFO

Napoleão Bonaparte ordenou sua construção em 1806, em homenagem as suas próprias vitórias militares. Inaugurado em 1836, o monumento tem gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido, feito em 1920. 


Olha lá a sacolinha Disney com todo o tipo de princesas dentro....

Reparem a quantidade de carros que passam por ali. Não tente atravessar.


Dicas gerais:

-Além das lojinhas e lanchonetes do Carrousel, o Louvre tem também uma filial da casa de chá Angelina, que tem a fama de ter o melhor chocolate quente do mundo, feito com chocolate africano.

-Não deixe de dar uma passadinha na lojinha do museu, tem muitas coisas bem bacanas para trazer de souvenir ou de lembrancinha. Eu trouxe um guia com as principais obras primas, paguei 8 euros.

-Aproveite para usar os "toilletes" do museu.

-Não vou me estender aqui por não ter usado, mas dependendo da quantidade de museus que deseja visitar, pode ser uma boa ideia comprar um Paris Museum Pass. Trata-se de um passe que dá direito a entrar em vários museus da cidade e subir em alguns monumentos por uma tarifa única em quantidades preestabelecidas de dias.

-No Jardin des Tuileries existem ainda dois museus e um deles me parece ser incrível, mas não consegui visitar, o Musée de L'Orangerie. Ele é bem pequeno, mas tem obras importantes e painéis gigantes pintados por Monet.

-A rede de boulangerie Paul, que citei acima, é realmente muito boa. Por cerca de 14 euros compramos um lanche na baquete, grande o suficiente para dividir, um refrigerante, uma torta de massa folhada e apricot(damasco) e um pedaço de pizza para a pequena. Tudo, absolutamente tudo, estava delicioso.

-Não tenha vergonha de fazer picnic, esse é um hábito dos parisienses. Compre seu lanche nos mercados e boulangeries(padarias) e escolha um lugar tranquilo para sua refeição. Apenas observe se existem mais pessoas no local, pois alguns lugares são proibidos.

-Você sabia que é possível subir no Arco do Triunfo? De lá você tem uma vista incrível da Torre Eiffel, Sacre Coeur, La Defense (o bairro de escritórios da cidade) e, claro, das 12 avenidas que formam a Etoille (a praça Etoille - estrela- é a praça onde se localiza o Arco).

-Nem pense em atravessar a rotatória em frente ao Arco, prefira a passagem subterrânea localizada no lado par da avenida.

-Se quiser comprar brinquedos da Disney aproveite esse dia e passe na Disney Store. Aqui os preços são melhores que os praticados na Disneyland Paris.



Serviço


Louvre: O museu está aberto todos os dias das 9h às 18h, exceto às terças-feiras. Às quartas e sextas-feiras está aberto até 21h45.

Entre outubro e março, no primeiro domingo do mês, a entrada do Louvre é gratuita.
Arco do Triunfo: de abril a setembro, das 10h às 23h.
                           de outubro a marcço, das 10h às 22h30.
                
http://www.arcdetriompheparis.com/